Mas sob o riso, há um rio de angústia,
O temor da noite que não tem mais fim.
A morte se esconde na sombra mais mútua,
Um ponto final no nosso jardim.
O desconhecido é um frio que aperta,
O medo de ser apenas memória e vento,
De deixar a casa com a porta aberta
E perder o brilho de cada momento.

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