O tempo passou depressa
E está chegando a minha vez.
Trinta, quarenta, cincoenta
E agora setenta e três
O tempo não nos perdoa
Com ele não tem promessa.
É uma contagem progressiva
Que anda muito depressa.
Quando ainda somos jovens
Apostamos no futuro,
sem nem mesmo observar
O quanto este é inseguro
Da vida nada sabemos é como andar no escuro.
E quando pisamos em falso não adianta reclamar
Pois ao longo da jornada, Deus cansa de alertar.
Porém cada um escolhe como trilhar sua estrada.
Maria Cezar-POA-RS

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