Por vezes sinto uma dor, um aperto de saudade
Trazendo a minha lembrança,os amigos de infância, quase morro de saudade
Relembro das matinês,dos bailinhos de garagem, onde olhares se cruzavam, porém faltava coragem
Era tudo uma magia, meus momentos de guria, que o tempo dissipou
Foram tantos os amores, vividos em anonimato, agora pensando no fato,nenhum se concretizou
Hoje anos já passados, refazendo o caminho, relembrando com carinho, o tudo que conquistei
Os olhares mais furtivos, nos momentos de emoção, dos amores não vividos e daqueles que deixei
Pensando na juventude, chega a dar uma tristeza,pois a única certeza é que nunca vai voltar
No entanto eu bendigo os momentos que vivi, inalteco os amigos que pra vida vou levar.
Maria Cezar POA-RS

Nenhum comentário:
Postar um comentário